O Gerador de CPF cria números de CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) matematicamente válidos: os 9 primeiros dígitos são sorteados aleatoriamente e os 2 últimos - os dígitos verificadores - são calculados a partir deles usando o algoritmo oficial de módulo 11 da Receita Federal. O resultado é um número que passa em qualquer checagem de formato, sem pertencer a nenhuma pessoa real.
Essa distinção importa na prática de desenvolvimento de software: um CPF gerado aleatoriamente sem seguir o checksum (por exemplo, “123.456.789-00”) é rejeitado por qualquer validação de formulário minimamente séria, o que atrapalha testes de fluxos que dependem de um CPF “aceito” pelo sistema. Por isso a ferramenta é usada principalmente para popular bancos de dados de homologação, gerar massa de teste para QA e simular cadastros em ambientes de desenvolvimento sem recorrer a dados de pessoas reais - o que também evita problemas de privacidade em bases de teste.
Cada clique sorteia uma base de 9 dígitos nova e independente da anterior - não existe histórico, sequência previsível nem lista fixa de onde os números saem. O cálculo dos 2 dígitos verificadores, por outro lado, é determinístico: para uma mesma base de 9 dígitos, o resultado final é sempre o mesmo CPF completo, porque o algoritmo de módulo 11 não tem componente aleatório. É o sorteio da base, feito a cada geração, que garante números diferentes a cada clique - não o cálculo do checksum em si. Sequências como 000.000.000-00 ou 111.111.111-11 são descartadas automaticamente antes mesmo de calcular os dígitos verificadores, porque a Receita Federal nunca as emite.
Quem quiser entender a matemática por trás do cálculo dos dois dígitos finais pode conferir o guia Como funciona o dígito verificador do CPF e do CNPJ, com o passo a passo completo e um exemplo numérico. Se você já tem um número em mãos e só precisa conferir se ele é válido, use o Validador de CPF em vez de gerar um novo.